Segundo a Aneel, a atualização das tarifas faz parte do processo anual previsto no contrato de concessão; a inflação oficial do Brasil (IPCA) acumulada nos 12 meses até maio de 2026 foi de 4,72%
Os consumidores atendidos pela Enel Distribuição São Paulo passarão a pagar mais pela energia elétrica a partir de sábado, 4/7. O reajuste tarifário anual autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terá impacto médio de 10,18%, com percentuais diferentes conforme a categoria de consumo. A inflação oficial do Brasil (IPCA) acumulada nos 12 meses até maio de 2026 foi de 4,72%.
Para os clientes de baixa tensão, grupo que reúne residências, pequenos estabelecimentos comerciais e propriedades rurais, o aumento médio será de 9,89%. Já os consumidores de alta tensão, como indústrias e grandes empresas, terão reajuste em torno de 15%.
Segundo a Aneel, a atualização das tarifas faz parte do processo anual previsto no contrato de concessão da distribuidora e considera a revisão dos custos necessários para a prestação do serviço de distribuição de energia.
A Enel atende aproximadamente 8 milhões de unidades consumidoras na capital paulista e em diversos municípios da Região Metropolitana, entre eles Barueri, Osasco, Carapicuíba e Santana de Parnaíba. Os novos valores serão aplicados nas próximas faturas, de acordo com a data de leitura de cada imóvel.
De acordo com a agência reguladora, o principal fator que influenciou o reajuste foi a atualização dos chamados itens financeiros, componentes temporários da tarifa que incluem compensações relacionadas aos custos com compra e transporte de energia, além de encargos do setor elétrico que não haviam sido integralmente cobertos no reajuste anterior.
A composição final da conta de luz também leva em consideração despesas com geração, transmissão e distribuição de energia, encargos setoriais e a incidência de tributos previstos na legislação.
































Siga nossas redes
Veja nossos perfis em cada rede e fique por dentro das novidades.