Gabriel Lima da Silva, de 29 anos, dava sinais de embriguez durante a tentativa de socorro às vítimas e se recusou a fazer o teste do bafômetro; ele já tinha antecedente por dirigir sob efeito de álcool
Gabriel Lima da Silva, de 29 anos, motorista que provocou acidente que resultou na morte de três pessoas na Castelo Branco na noite de domingo, teve a prisão temporária convertida em provisória, o que significa que não há previsão de que ele seja solto.
Segundo testemunhas, o Honda Civic dirigido por Gabriel trafegava em alta velocidade pela rodovia quando atingiu a traseira do Renault Kwid onde estavam Eleandro Almeida (de 27 anos), Luana Carrilho (32 anos) e sua filha Ana Vitória, de 5 anos. O choque ocorreu no quilômetro 17, na pista sentido capital,
Com o impacto da batida, o tanque do Kwid pegou fogo e o carro explodiu. As vítimas ficaram presas às ferragens e não conseguiram sair do veículo. Os três morreram no local em razão do incêndio que destruiu o automóvel. Eles voltavam para casa, em Ribeirão Pires.
De acordo com quem presenciou a tentativa de socorro das vítimas, Gabriel dava sinais de embriaguez. Ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. Como apresentava ferimentos, foi levado a um hospital de Osasco, onde permaneceu sob vigilância policial até ser transferido ao Centro de Detenção Provisória de Osasco.
Durante as investigações, a polícia constatou que ele tem antecedentes criminais por roubo e também tinha sido autuado anteriormente por embriaguez ao volante.
Luana e Ana Vitória seriam sepultadas na terça-feira, 8/7, no Cemitério Municipal São José, em Ribeirão Pires, e Eleandro em Bauru.
O caso foi registrado como homicídio culposo na direção de veículo automotor.
































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