Impasse iniciado em 2017, quando apresentador chamou a cantora de “pobre macaca” ao vivo na TV, foi arquivado pela Justiça por descumprimento de prazo e rende troca de farpas até hoje
Depois de oito anos de idas e vindas, o confronto entre a cantora Ludmilla e o apresentador Marcão do Povo desembarca na Polícia Civil de Barueri. Agora, Marcão se queixa de um vídeo postado por ela que desmente que ele tenha sido inocentado da acusação de racismo.
Tudo começou em 2017, quando Marcão chamou Ludmilla de “pobre macaca” durante um quadro ao vivo do programa Balanço Geral DF, transmitido para Brasília pela Record.
A frase teve ampla repercussão e por causa dele o apresentador foi demitido da emissora. Porém, poucos dias depois, foi contratado pelo SBT, onde permanece até hoje e apresenta o programa Primeiro Impacto.
Na época, Ludmilla ingressou com ação judicial por injúria racial, o processo tramitou no Judiciário até que, em dezembro de 2024, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) arquivou a denúncia com a alegação de que a cantora apresentou recurso fora do prazo legal.
Recentemente, no dia 19/12, Ludmilla postou vídeos nas redes sociais negando que Marcão tenha sido inocentado. “Ele não foi inocentado, gente. Na verdade, ele usou uma manobra para se livrar das consequências”, afirma ela.
E continua: “A Justiça reconhece o racismo que ele cometeu contra mim. Mas ele não vai pagar nada por isso. É uma manobra processual absurda.
O vídeo motivou Marcão a registrar notícia-crime na Polícia Civil em Barueri, solicitando a retirada do conteúdo do ar, alegando que Ludmilla teria extrapolado os limites da liberdade de expressão ao chamá-lo de “condenado por racismo”.
Sobre a decisão do apresentador, a cantora publicou que “só no Brasil uma pessoa que chamou a outra de macaca em rede nacional pensa em abrir um inquérito criminal contra a vítima”. A polícia vai apurar o caso.





























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