Setembro foi o mais chuvoso da história da Grande São Paulo; Com isso, Sistema Cantareira, principal fonte de abastecimento de água da região, sai da faixa 3, de alerta, e passa para a faixa 2, de atenção
Com o recorde de dias de chuvas em setembro, o Sistema Cantareira, principal fonte de abastecimento de água da Região Metropolitana, deixa de operar na faixa 3, de alerta, e passa para a faixa 2, de atenção, a partir de quinta-feira, 1º/10.
O mês de setembro deste ano foi o mais chuvoso da história da Grande São Paulo, com 21 dias de chuvas. O sistema encerrou o mês com 41,1% do volume útil armazenado. Até quarta-feira, 30/9, o sistema estava abaixo dos 40%, o que acende o alerta e limita a retirada de água.
Quando o armazenamento fica entre 40% e 60%, como está acontecendo agora, o Cantareira passa para a faixa 2, de acordo com os critérios da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e da Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Nessa condição, a Sabesp fica autorizada a aumentar a retirada de água.
A mudança de faixas deveu-se ao recorde de chuva registrado na Região Metropolitana em setembro. Só a capital acumulou 321 mm de chuva — o maior volume para o mês desde o início das medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em 1943. Ao todo, foram registrados 21 dias de chuva.
A alta interrompeu uma sequência de cinco meses de queda no armazenamento. O maior nível do ano havia sido registrado em 25 de março, quando o Cantareira chegou a 44,11% do volume. A partir daí, o sistema perdeu água seguidamente mês a mês até atingir 33,02% em agosto
Com a recuperação de setembro, o Cantareira recuperou 8,1 pontos percentuais de armazenamento.






























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