Um deles cria a campanha “criança e adolescente não aposta”, sobre a conscientização contra jogos de azar, mais especificamente sobre a febre das “bets”
Barueri pode criar programas de educação voltados à infância, tratando de temas bem atuais: as apostas online e o uso abusivo de telas de celulares, laptops e notebooks. Duas propostas nesse sentido foram aprovadas na Câmara Municipal de Barueri essa semana, e dependem ainda da sanção do prefeito Beto Piteri para se tornarem leis.
Um deles cria a campanha “criança e adolescente não aposta”, sobre a conscientização contra jogos de azar, mais especificamente sobre a febre das “bets”. Pela proposta, a ação incluiria a realização de palestras direcionadas a acrianças, adolescentes pais e responsáveis, contando ainda com a elaboração de cartilhas específicas do tema. A capacitação de professores no tema também seria trabalhada.
“Temos observado um preocupante aumento da exposição de menores de idade a plataformas e conteúdo relacionados a apostas, por meio da internet e das redes sociais. O fácil acesso a esses meios, aliado à publicidade intensa e atrativa voltada ao público jovem, tem contribuído para o desenvolvimento de comportamentos de risco, como o vício em jogos e o comprometimento da saúde mental e emocional”, explica o autor da proposta, vereador Thiago Rodrigues Alves (PSB).
Telas
O mesmo vereador apresentou a outra proposta, que institui o chamado programa “Desconecta Barueri”, para incentivar a redução do tempo excessivo do uso de dispositivos digitais por crianças e adolescentes. Além de campanhas de conscientização nas escolas, a ideia é promover, ao mesmo tempo, atividades que priorizem o aprendizado de habilidades manuais e artesanais, e também a prática de atividades físicas e recreativas. Não apenas em escolas, mas também centros comunitários e organizações culturas da cidade.
“Há um crescente impacto que a hiperconectividade tem causado nas saúdes física e mental da população, especialmente entre crianças e adolescentes. Estudos científicos e relatórios de órgãos de saúde apontam que o uso prolongado de dispositivos eletrônicos está diretamente relacionado a problemas como distúrbios do sono, ansiedade, depressão, dificuldades de concentração, sedentarismo e isolamento social”, justificou Thiago Rodrigues.





























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